Alagoas está na 5ª posição entre os estados que notificaram casos de microcefalia
O número de casos
suspeitos de microcefalia não para de crescer em Alagoas. É o que expõe os
dados do novo boletim do Centro Estadual de Informação Estratégica em
Vigilância em Saúde (Cievs) de Alagoas, da Secretaria de Saúde do Estado
(Sesau). O número divulgado nesta terça-feira (19) contabiliza 162 registros
sob investigação.
Com relação à V Região
de Saúde a Sesau está investigando um caso em que o bebê nasceu com suspeita de
microcefalia em Campo Alegre.
Em contato com a Secretária Municipal de Saúde de Campo Alegre, Tamiris Santos, ela informou a reportagem do Blog do Rômulo Melo, que o bebê nasceu de forma prematura, e que a suspeita é por conta do perímetro cefálico que está na faixa dos casos de Microcefalia. Ainda de acordo com ela, será realizado um exame de tomografia no bebê e posterior acompanhamento.
Em contato com a Secretária Municipal de Saúde de Campo Alegre, Tamiris Santos, ela informou a reportagem do Blog do Rômulo Melo, que o bebê nasceu de forma prematura, e que a suspeita é por conta do perímetro cefálico que está na faixa dos casos de Microcefalia. Ainda de acordo com ela, será realizado um exame de tomografia no bebê e posterior acompanhamento.
Preocupante. Os casos
de microcefalia vêm tirando o sono das autoridades na área da saúde em todo o
país. A microcefalia é uma doença em que a cabeça e o cérebro das crianças
são menores que o normal para a sua idade, influenciando o seu desenvolvimento
mental.
Diagnóstico – Com
relação ao diagnóstico, desde o último dia 17 de dezembro, as crianças com
suspeita de microcefalia estão passando por exames de imagem, destinados a
confirmar ou não a anomalia. De acordo com um cronograma, o Cievs faz um
contato com o município de origem do bebê e agenda a realização do
procedimento, cujo transporte dos bebês é de responsabilidade das Secretarias
Municipais de Saúde.
Após a realização da
tomografia, é necessária a avaliação de neuropediatras, geneticistas e oftalmologistas,
para que seja confirmado ou descarto o caso de microcefalia. Segundo o
Protocolo Estadual elaborado por técnicos da Sesau, a criança diagnosticada com
a anomalia também deve ser submetida a um ecocardiograma, a uma
ultrassonografia de abdômen e sua audição deve ser avaliada, assim como o fundo
dos olhos.

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